segunda-feira, 25 de abril de 2016

O que é o Bullying?




O Bullying é uma forma de violência contínua, que surge de um desequilíbrio de poder entre quem agride e quem é agredido e que por norma acontece quando existem situações em que o agressor é mais forte ou está em maior número que a vítima ou quando a vítima tem alguma característica física ou forma de ser que a diferencie e torne num alvo.
Este tipo de violência caracteriza-se pela sua repetição no tempo, ou seja, acontece de forma sistemática, e normalmente os comportamentos agressivos são premeditados, existindo sempre a intenção de humilhar ou magoar alguém.
Existem vários tipos de comportamentos violentos que podem ser entendidos como Bullying, sendo eles:
• Físico – Todo o tipo de contacto físico, como empurrar, bater, mas também estragar objetos e roubar.
• Verbal – Ofender, ameaçar, intimidar ou gozar.
• Social – Criar boatos sobre uma pessoa para que essa seja prejudicada socialmente e excluída de grupos ou atividades.
• Cyberbullying – Espalhar informação falsa, assediar, incomodar ou insultar através da internet.
O problema de abuso e violência não acontece apenas nas crianças e nos jovens, sendo um tipo de violência que está presente em todas as faixas etárias, também nos idosos. O estudo estatístico desenvolvido pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) refere que entre 2000 e 2002 foram assinalados 14.139 factos criminosos contra idosos. Desses 3.625 referem-se a maus tratos psíquicos, seguindo-se os maus tratos físicos (3.210), as ameaças ou coação (2.191) e, por fim, a difamação e injúrias (1.387). Este estudo indica ainda que são as mulheres que apresentam maior percentagem entre as vítimas de crimes (82,2%) e na sua maioria (53,3%) possuem idades entre os 65 e os 75 anos. Já os agressores categorizam-se por serem homens (68%), sendo que 22% tinham 65 ou mais anos.
Atualmente, o Bullying é um tema com destaque na nossa sociedade, mas será que a informação que é disponibilizada faz face a todas as faixas etárias atingidas? Acompanhe-nos para saber mais sobre este tema.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

A resposta da Comfort Keepers


A atuação da Comfort Keepers é desenvolvida segundo um modelo que surgiu nos EUA em 1997. Ao longo deste tempo, os processos desenvolvidos pela organização, o seu processo de seleção de Ajudantes Familiares e a adequação das suas soluções ao mercado foi evoluindo, até alcançar a dianteira no cuidado prestado a seniores.

A atenção prestada à resposta às necessidades de cada utente tem início na identificação dos profissionais que integram a rede da Comfort Keepers. Estes possuem formação e experiência na área de apoio a dependentes, distinguindo-se de outros cuidadores em casa pela sua vocação para cuidar dos outros.

A cada momento é desenvolvido um esforço para que estes profissionais sejam vistos pelos utentes como parceiros de confiança que, juntamente com os seus familiares, lhes fornecem uma solução de cuidados em casa completa para promover uma vida independente.

Acima de tudo, e para ultrapassar as expetativas esperadas junto de cada utente, é realizada uma cuidadosa correspondência entre o Cuidador e o dependente, tentando que as personalidades e os interesses, bem como as habilidades e necessidades, sejam adequadas. Esta é a base dos relacionamentos fortes e saudáveis estabelecidos.

Esta é uma tipologia de atividade pautada pelo denominador da confiança. Confiança na qualidade dos serviços prestados e no profissionalismo das equipas, fator indispensável para criar uma relação de suporte com as caraterísticas que o acompanhamento desenvolvido pelos Cuidadores da Comfort Keepers exige. Apenas sendo capazes de eficazmente criar e manter esta relação forte e saudável, adequada às necessidades do utente e ao perfil de serviço exigido, pode a organização tornar-se capaz de apoiar eficazmente as pessoas que a procuram.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Parkinson, dicas úteis para o dia-a-dia


1. Quando for a um restaurante, evite ficar sentado em bancos corridos junto à parede. Normalmente, é mais fácil levantar-se duma cadeira do que dum banco. Se for preciso, peça uma cadeira.

2. Quando for a um espetáculo, compre bilhetes junto à coxia. Isto facilita ao doente de Parkinson levantar-se para se esticar ou dar uns passos para descontrair os músculos.

3. As cadeiras de braços são preferíveis. Evite cadeiras com pernas saídas, que podem atrapalhar ao sentar e levantar. Assentos sem costas são cansativos e disponibilizam pouco suporte ao doente.

4. Evite pequenos tapetes que podem originar escorregadelas e quedas. Se o doente tem dificuldades de coordenação, evite mobília frágil e com vidro. Pode ser perigosa se o doente se desequilibrar e cair.

5. Quando escrever, use uma mola para prender o papel.

6. Para fazer a barba use máquinas elétricas. Evitam-se os cortes de lâminas afiadas.

7. Não vá às compras em horas de muito movimento. Planeie as suas idas às compras em horas mais adequadas e com menos confusão. Equacione telefonar antes para saber se a loja tem o que vai procurar.

8. Use lâmpadas de dormitório no quarto de dormir, na casa de banho, na cozinha e no hall ou corredor. Isto aumentará a visibilidade e evitará tropeções durante a noite.

9. Tenha livros, revistas e puzzles perto da sua cadeira favorita para que, numa noite de insónia, possa ter à mão qualquer coisa que lhe distraia a mente do seu desconforto.

10. Um atendedor de chamadas com voz alta é de grande ajuda, se o doente é lento a atender o telefone. Muitas vezes leva-se mais tempo a fazê-lo se está sob a pressão para atender. Com o atendedor, pode receber e responder às chamadas quando lhe for mais conveniente.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Os Tratamentos da Doença de Parkinson


A Doença de Parkinson afeta pessoas de todas as raças e culturas. Cerca de 6.3 Milhões de pessoas em todo o mundo – menos de 1% da população global, é afetada por esta doença.

Atualmente, não há cura para o Parkinson, existindo no entanto medicação que pode proporcionar um controlo dos sintomas sentidos durante algum tempo. Existe uma ampla diversidade de medicamentos para o Parkinson, que estão disponíveis mediante prescrição médica e que podem ser administrados de três formas, via oral, via transdérmica e por infusão.

Quando os medicamentos deixam de fazer efeito os médicos sugerem, normalmente, o método de estimulação profunda do cérebro. A estimulação cerebral profunda (DBS) é uma opção de tratamento para as pessoas cujos sintomas já não são atenuados pela medicação, mas também é utilizado para outros tipos de distúrbios de movimento. A DBS usa um pequeno dispositivo, género pacemaker, para enviar sinais eletrónicos para a área do cérebro que controla o movimento através de fios muito finos. A estimulação destas áreas parece bloquear as mensagens do cérebro que causam a incapacidade motora e por isso pode proporcionar maior controlo dos sintomas. Para além da DBS, existem outros tipos de tratamentos complementares que podem ajudar a atenuar os sintomas, tais como:
• Técnica de Bowen
• Hidroterapia
• Ayurveda
• Pilates
• Reiki
• Terapia Sacro Craniana

Embora existam poucas certezas acerca do verdadeiro efeito das terapias complementares, estas são utilizadas por muitas pessoas com Parkinson como forma de relaxamento e para reduzir o stress e a depressão.

Tal como os sintomas mudam de pessoa para pessoa, os tratamentos também divergem de indivíduo para indivíduo. Torna-se sempre necessário consultar um médico antes de iniciar qualquer tipo de tratamento, de forma a perceber se este é o mais adequado.

Iremos explorar a temática da Doença de Parkinson, a fim de esclarecer as dúvidas que possam existir e dar a importância devida a esta questão que tem afetado cada vez mais portugueses.

Acompanhe-nos na quarta-feira para saber mais sobre este tema!