quarta-feira, 29 de junho de 2016

A importância do envelhecimento ativo




À medida que envelhecemos um estilo de vida activo é mais importante que nunca. O exercício físico regular pode ajudar a manter os níveis de energia, manter a independência e gerir sintomas de doença e dor. O exercício pode até reverter alguns dos sintomas de envelhecimento. Não só é benéfico para o corpo, mas também é positivo para a mente, disposição e memória. Quer o indivíduo seja saudável ou se encontre a gerir uma doença, existem diversas formas de ser mais activo, melhorar a confiança e potenciar o bem-estar físico.

Começar ou manter uma rotina de exercício regular pode ser desafiante à medida que envelhecemos. Podemos sentir-nos desencorajados pela doença, problemas de saúde recorrentes ou preocupações relativamente a lesões ou quedas. Ou, se nunca experimentámos exercício físico antes, pode ser complicado decidir por onde começar. Ou talvez nos sintamos demasiados velhos e fracos ou que o exercício é aborrecido ou simplesmente que não nos sentimos confortáveis com o mesmo.

Estas preocupações podem ser, na verdade, um incentivo para sermos mais activos. O exercício pode potenciar a energia, aliviar o stresse, ajudar a gerir sintomas de doença e dor e criar um sentimento de bem-estar geral. De facto, o exercício é a chave para nos mantermos forte, energético e saudável à medida que envelhecemos. E pode também ser divertido, especialmente se encontrarmos pessoas com esse mesmo gosto em comum.
 
Não importa a idade ou a condição física actual, qualquer um pode beneficiar de exercício. Recolher as vantagens do exercício não tem de envolver regimes exaustivos ou idas ao ginásio. Trata-se de adicionar mais movimento e actividade à vida, mesmo que em pequenas formas. Quer alguém seja saudável ou a gerir uma doença, mesmo que em casa, existem muitos modos de trabalhar a mobilidade e melhorar a saúde e bem-estar.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

As vantagens do exercício físico




O exercício físico regular e a actividade física são importantes para a saúde física e mental da generalidade dos indivíduos, incluindo dos seniores. Ser fisicamente activo pode ajudar a continuar a fazer as coisas de que um indivíduo aprecia e a manter-se independente à medida que envelhece. A actividade física regular durante longos períodos de tempo pode produzir benefícios de saúde a longo-prazo. É por este motivo que os especialistas dizem que os seniores devem permanecer activos diariamente para manter a sua saúde.

Adicionalmente, o exercício e a actividade física regulares podem reduzir o risco de desenvolver determinadas doenças que ocorrem à medida que envelhecemos. Em determinados casos, o exercício constitui um tratamento eficaz para várias condições crónicas. Por exemplo, estudos demonstraram que as pessoas com artrite, doenças cardiovasculares ou diabetes beneficiam de exercício regular. O exercício ajuda também as pessoas com uma pressão arterial elevada, problemas de equilíbrio e dificuldade em mover-se.
 
Um dos principais factores da actividade física é que existem várias possibilidades para alguém se manter activo. Por exemplo, um indivíduo pode ser activo durante curtos períodos durante o dia, ou pode reservar determinados momentos do dia em dia específicos da semana para fazer exercício. Muitas actividades físicas - tais como caminhar, fazer jardinagem ou preferir as escadas ao elevador, são gratuitas ou com um custo reduzido e não necessitam de equipamento especial. Pode igualmente pesquisar um vídeo de exercício online ou realizar as actividades físicas disponíveis num centro dia perto de si.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Educar para lidar com a dor






Muitos seniores cresceram com a noção que o ato de alguém se queixar pode ser visto como um sinal de fraqueza ou indulgência. Torna-se mais fácil tentar ignorar a dor do que a discutir.


Podemos tentar educar estes indivíduos que os sintomas de dor podem ser tratados tal como são tratados outros sintomas médicos e que no sentido de tratar o sintoma é preciso primeiro compreende-lo. Por este motivo , torna-se necessário explicar a sensação de dor específica e a sua localização, o que a alivia ou piora, quanto tempo dura, onde e quando ocorre e qual a sua gravidade. Para poder explicar estes pontos, é preciso ter esta condição em atenção e tomar notas.
 
Muitas pessoas sentem que tomar medicação para a dor é um sinal de fraqueza e de preocupação que se vão tornar, ou ser vistos como, dependentes de medicação. Deve ser explicado ao indivíduo que é raro para uma pessoa que nunca tenha tido problemas de vícios semelhantes se tornar viciado em analgésicos. Como é óbvio, a idade do indivíduo, o estado da sua condição e o prognóstico apresentado vão afetar o nível apropriado de medicação necessária. Indivíduos que sofram de doenças crónicas vão receber níveis mais elevados de medicação, pacientes noutras condições receberão regimes de medicação diferentes.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Aprender a reduzir a dor




Algumas medidas de conforto podem ajudar a reduzir a dor. Ouvir música, ver televisão e passar tempo com os outros são técnicas de distracção que permitem aos pacientes ajudar a reduzir a sua atenção na dor. Uma massagem, o toque localizado ou a aplicação de compressas quentes podem ser técnicas de relaxação musculares benéficas para os pacientes que se encontrarem abertos a este tipo de respostas. A estimulação sensorial, na forma de terapia com animais, ou terapias cognitivas que incluam a leitura ou trabalhem a memória podem também ser utilizadas para ajudar a reduzir a dor.

Participar em actividades físicas regulares não apenas reduz a dor, mas melhora a capacidade funcional e o temperamento. Por este motivo, um programa de atividadades físicas deve ser considerado para todos os pacientes. Este programa deve ser personalizado para ir ao encontro das necessidades e preferências do utente. Isto é especialmente importante nos seniores.
 
Existe um leque alargado de intervenções não-farmacológicas que podem ser benéficas para os seniores. A escolha de intervenção deve ser adequada ao indivíduo, tendo em atenção a preferência pessoal, a capacidade de participação e a eficácia perspectivada. As intervenção não-farmacológicas podem ser efectivas de forma isolada ou numa combinação com terapias farmacológicas.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Já avaliou a sua Qualidade de Vida?





Como é possível avaliarmos a nossa qualidade de vida e bem-estar de forma concreta, para além da nossa perceção face ao que experienciamos no dia a dia? De que modo podemos analisar a forma como vivemos e como podemos saber que aspetos melhorar?

A Comfort Keepers encontra-se a realizar um Barómetro da Qualidade de Vida da população portuguesa, num estudo destinado a perceber qual o grau de bem-estar dos portugueses e a sua relação com uma vida saudável, ativa e com conforto.

Este estudo está a ter lugar através de um questionário que integra quatro domínios - capacidade física, bem-estar psicológico, relações sociais e ambiente no qual o indivíduo se encontra inserido - e tem por base o projeto de Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde (OMS), desenvolvido de forma colaborativa por vários intervenientes a nível global e amplamente testado no terreno.

O domínio Físico encontra-se diretamente associado ao grau de autonomia de cada indivíduo, podendo representar um entrave na realização de tarefas tão básicas e essenciais como a mobilidade, a alimentação e o desenvolvimento de rotinas diárias. É crucial para a definição do nível de independência e do estilo de vida esperado.

Convidamo-lo a testar a sua capacidade física e os outros domínios fundamentais para uma qualidade de vida completa, através do preenchimento deste questionário, e a receber a sua avaliação. Dê-nos o seu contributo para podermos realizar esta avaliação tão relevante para a atual sociedade portuguesa.