quinta-feira, 10 de maio de 2018

Seis dicas para prevenir as quedas em idosos


Não é segredo que o perigo de quedas aumenta com a idade. Na verdade, é a principal causa de lesões e lesões fatais em pessoas com mais de 65 anos. Mas muitas destas quedas podem ser evitadas com algumas dicas simples!
            As quedas podem resultar em fraturas, fraturas complexas como as  da articulação da anca e ferimentos na cabeça. E mesmo quedas sem lesões graves podem fazer com que um sénior fique com medo ou deprimido, dificultando a manutenção de uma vidaativa.

Quando temos familiares ou amigos seniores, devemos ter um papel ativo na prevenção do risco de quedas, sendo isto crucial na manutenção  de uma boa saúde e independência.

Positivo é que a maioria delas pode ser evitada. A chave é saber como!
Aqui estão alguns fatores mais comuns que podem levar a uma queda:
·      Andar e equilíbrio: À medida que se envelhece a mior parte dos idosos perde alguma coordenação, flexibilidade  e equilíbrio. Isto deve-se em grande parte à inatividade, propiciando o acontecimento de quedas.
·      Visão: O envelhecimento do olho vai levar a um redução da quantidade de luz que chega à retina. Isto torna difícil ao idoso ter uma noção de bordas e contrastes, aumentando o risco de tropeçar por e simplesmente ver obstáculos.
·      Medicação: algumas prescrições farmacológicas, mesmo de venda livre, podem causar tonturas, desidratação ou interações que entre si podem potenciar quedas.
·      Ambiente: a maioria dos idosos vive em suas casas à muito tempo e nunca pensaram que fazer pequenas modificações possam diminuir o risco de quedas tornando as suas casa mais seguras.
·      Doenças Crónicas: mais de 80% dos idosos tem pelo menos uma doença crónica como diabetes, hipertensão arterial ou artrite. Muitas vezes o risco de queda aumenta porque como resultado destas doenças advêm perdas de funções, inatividade, depressão, dor ou polimedicação.

6 Passos para reduzir as quedas:

            Aqui estão seis passos fáceis que para ajudar reduzir o risco de quedas em seniores:
1.     Conte com o apoio dos seniores para medidas simples de prevessão de quedas.
Pergunte ao idoso se tem receio de cair. Muitos seniores reconhecem que as quedas são um risco, mas acreditam que isso nunca vai acontecer com eles, mesmo quanto já caíram no passado.  Quando os idosos começam a sentir uma preocupação crescente com as quedas, tonturas ou com problemas de equilíbrio é importante sugerir que façam uma avaliação médica.
2.    Fale abertamente do estado da saúde do idoso.
Tente descobrir se o idoso está a enfrentar algum tipo de problema de saúde ou se está a ter algum tipo de dificuldade em gerir o seu estado de saúde. Os idoso podem por exemplo deixar de conseguir gerir as sua tomas de medicação, ou podem estar a sofrer de efeitos secundários da mesma. Isto pode ser verificado quando se observam dificuldades na realização de tarefas que até ao momento não seriam desafiantes.  Incentive sempre um dialogo aberto com o médico.
3.    Pergunto quando foi o ultima rastreio ocular

Se o idoso usa óculos, certifique-se de que eles têm uma graduação atualizada e são efetivamente usados, conforme recomendado pelo seu oftalmologista.

4.    Observe se recorrentemente o idoso se segura às paredes, mobília ou outras pessoas enquanto caminha. Verifique também se só o facto de andar ou levantar-se da cadeira representa uma dificuldade.

Estes são todos os sinais de que pode ser ter chegado o momento de consultar um fisioterapeuta. Um fisioterapeuta pode ajudar o sénior a melhorar o equilíbrio, força e marcha através de exercícios. Estes profissionais podem prescrever igualmente ajudas técnicas como andarilhos ou bengalas e fornecer orientações sobre como usar essas ajudas. Certifique-se de que o idoso seguir as recomendações. Ajudas técnicas  mal ajustadas na verdade podem aumentar o risco de queda.
5.    Fale da medicação
Caso a pessoas mais velha esteja a ter dificuldades em gerir os seus medicamentos ou se estiver a sentir efeitos secundários, incentive-os a discutir suas preocupações com o médico e farmacêutico. Sugira um atento acompanhamento da medicação.
Além disso, tenha atenção aos medicamentos de venda livre e medicação para dormir - incluindo analgésicos. Estes podem levar a problemas de equilíbrio e tonturas. Em idosos com problemas de sono, fale com o medico ou farmacêutico para uma solução com reduzidos impactos.
6.    Faça uma avaliação de segurança à casa
Existem muitas formas simples e baratas de tornar uma casa mais segura. Para assistência profissional, consulte um Terapeuta Ocupacional. Conheça alguns exemplos:
·      Iluminação: Aumente a iluminação em toda a casa, especialmente na parte superior e inferior das escadas. Certifique-se de que a iluminação está facilmente disponível quando o idoso se levanta a meio da noite.
·      Escadas: Certifique-se de que há dois corrimãos seguros em todas as escadas.
·      WC: Instale barras de apoio na banheira / chuveiro e perto da sanita. Para uma segurança ainda maior, considere o uso de uma cadeira de banho e chuveiro de mão.

Fonte: ncoa: National Council on Aging

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Dia Mundial da Diabetes

O rastreio para a diabetes tipo II é importante par reduzir os seus impactos e risco de complicações graves


  • A diabetes, uma fatura cada vez maior: 415 milhões de adultos viviam com diabetes em 2015 sendo que este numero deve aumentar até aos 642 milhões, ou um em cada 10 adultos, até 2014. 
  • 1 em cada 2 adultos diabéticos não se encontra diagnosticado.
  • Muitas pessoas vivem com diabetes tipo II por um longo período de tempo sem que estejam cientes da sua condição. Um diagnóstico tardio pode significar que complicações graves já estejam a acontecer. 
  • Até 70% dos casos de diabetes tipo II podem ser revertidos ou adiados adotando estilos de vida mais saudáveis, isto equivale a mais de 160 milhões de casos até 2014. 
  • Com o níveis crescentes, entre as crianças, de má nutrição e de inatividade física em vários países, a diabetes tipo II na infância tem o potencial de se tornar num problema de saúde publica global, levando a graves resultados de saúde. 
  • Atualmente, 12% das despesas globais de saúde são em adultos diabéticos. 
  • Estima-se que a diabetes continuará a aumentar nos países mais pobres, representando uma ameaça ao seu desenvolvimento. por exemplo, em 2040, o numero de pessoas com diabetes em África deverá duplicar. 

Alguns numeros da diabetes em 2015


Mais de 40 000 000 Adultos 







Mais de 5 000 000 de mortes anuais 







Mais de 670 000 000 milhões de dolares em custos para os sistemas de saúde 









Fonte: International Diabetes Federation - http://www.idf.org/wdd-index/index.php

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Mostra de Oportunidades de Emprego e Empreendedorismo

Gostava de trabalhar na Comfort Keepers? 


Venha conhecer as nossas ofertas de trabalho na "Mostra de Oportunidades de Emprego e Empreendedorismo" nos dias 14 e 15 de Outubro, no Centro Comercial Alegro Alfragide. 



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Alguns passos para manter o dinamismo intelectual




Interagir socialmente: Os seniores que interagem regularmente com amigos, familiares e a comunidade encontram-se menos suscetíveis a experienciar declínio cognitivo e podem experimentar um sentido mais profundo de bem-estar geral. Isto pode dever-se ao facto de a interação social permitir aos indivíduos lidar com o stresse de forma mais produtiva e de os seniores mais ativos socialmente tenderem a ser fisicamente mais ativos. Os seniores que não conseguem conduzir podem solicitar a ajuda de um elemento da família ou amigo para se deslocarem a oportunidades de sociabilização ou procurarem a assistência de cuidadores profissionais.

Atividade física: É comum referir o exercício físico como uma solução para a maioria das problemáticas que afetam a população em geral, e acontece que é igualmente uma forma de manter a mente ativa. Os seniores que não sejam fisicamente ativos devem consultar um médico ou especialista antes de iniciar um programa de exercício.

Acreditar nas competências próprias: Os cientistas não têm a certeza de qual o motivo que leva a confiança nas capacidade próprias a evitar o declínio mental, mas poderá estar relacionado com a capacidade de um indivíduo para manter uma perspetiva mais positiva relativamente à vida e ser capaz de mais rapidamente recuperar de adversidades. Isto poderá ajudar a tornar o indivíduo mais profundamente envolvido em atividades e a manter um interesse no que se encontra a fazer, o que por sua vez poderá desafiar o cérebro.

Apesar de algumas mudanças no cérebro serem normais à medida que envelhecemos, estas alterações não possuem sempre um impacto decisivo na vida dos seniores. Muitos seniores revelam uma acuidade mental semelhante à de jovens adultos. Ter um papel ativo em procurar manter a mente dinâmica pode ajudar os seniores a reduzir o risco de doenças neurológicas, tais como a demência e a viver de forma plena como intervenientes ativos nas suas comunidades.